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quarta-feira, 23 de março de 2016

Farinha de Arroz



Compre um pacote de um quilo de arroz e divida o conteúdo em quatro xícaras (de chá).

Passe no liquidificador ou no processador uma xícara por vez.

Se seu equipamento não for muito potente, talvez seja necessário peneirar.

Mas, se ele for valente, basta moer bem que a farinha ficará no ponto.

Quanto mais fina for ela, melhor será para depois ser usada em receitas (pães, bolos, pizzas, por exemplo).

Conserve a farinha em recipiente hermeticamente fechado.

Por ser um produto natural e sem nenhum conservante, ela é mais sensível.

Por isso, é bom até deixá-la - em vasilha de tampa hermética - na geladeira.

A farinha de arroz integral é mais nutritiva e mais rica em fibras.

No entanto, a farinha de arroz branco tem, como foi dito, a vantagem de durar mais e de ser mais apropriada para receitas.

Observe que a farinha de arroz absorve mais água do que a de trigo.

Por isso talvez haja necessidade de adicionar mais líquidos às receitas para conseguir a consistência correta.

Entenda que a farinha de arroz não tem glúten e isso a torna muito diferente da farinha de trigo.


As receitas produzidas com a farinha sem glúten normalmente ficam com a massa mais mole.

Você pode corrigir esse problema e melhorar a textura colocando mais ovos na receita.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Pizza de Quinoa




Ingredientes:
3/4 de xícara de quinoa crua deixada de molho por 4 horas
1/4 de xícara de água
1 colher de chá de fermento químico
sal

Modo de Preparar:
coloque a quinoa, a água, o fermento e o sal no processador até que se forme uma massa lisa, despeje na assadeira e asse em forno médio até dourar, vire e asse por mais 10 minutos. Adicione a cobertura de sua preferência.


Crédito: https://www.youtube.com/watch?v=1RSszidF_UQ

sexta-feira, 18 de março de 2016

Caio Fernando Abreu



Mas quem disse que a gente precisa ser sempre feliz ?
Isso é bobagem.
Como Vinícius cantou "é melhor viver do que ser feliz".

Porque, pra viver de verdade, a gente tem que quebrar a cara.

Tem que tentar e não conseguir.
Achar que vai dar e ver que não deu.
Querer muito e não alcançar.
Ter e perder.

Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama

 e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita.

Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama 

e ouvir uma coisa terrível, que tem que ser ouvida.

A vida é incontornável.


A gente perde, 

leva porrada, 
é passado pra trás, 
cai.

Dói, ai, doi demaais.

Mas passa.

Está vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto agulha?

Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela.
Juro que estou falando a verdade.
Eu não minto.
Vai passar.

Caio Fernando Abreu

quinta-feira, 17 de março de 2016

dor




Se ao menos esta dor servisse

se ela batesse nas paredes

abrisse portas

falasse

se ela cantasse e despenteasse os cabelos

se ao menos esta dor se visse

se ela saltasse fora da garganta (como um grito)

caísse da janela fizesse barulho

morresse

se a dor fosse um pedaço de pão duro

que a gente pudesse engolir com força

depois cuspir a saliva fora

sujar a rua os carros o espaço o outro

esse outro escuro que passa indiferente

e que não sofre tem o direito de não sofrer

se a dor fosse só a carne do dedo

que se esfrega na parede de pedra

para doer doer visível

doer penalizante

doer com lágrimas

se ao menos esta dor sangrasse.


Manuel Bandeira

terça-feira, 15 de março de 2016

Espetinhos com marinada de Curry



Ingredientes:

  • Marinada

  • 1 dente de alho espremido
  • 2 colheres (chá) de curry
  • 2 pitadas de sal
  • 1 colher (sopa) de vinagre
  • Azeite suficiente para fazer com que toda a marinada cubra os espetinhos
  • Espetinhos

  • 2 batatas pequenas
  • 3 cebolas pequenas
  • 1 abobrinha italiana média
  • 1 cenoura média
  • 1/3 de pimentão amarelo
  • Pimenta-verde pequena não muito picante
  • 12 cogumelos
  • Sal para temperar

Comece preparando a marinada:
Misture todos os ingredientes, mexa bem e reserve. Cozinhe as batatas apenas até ficarem macias (não muito moles, caso contrário não ficarão no espeto). Esfrie-as em água fria e corte-as em fatias de aproximadamente 2 cm. Corte as cebolas ao meio e depois em 4. Corte a abobrinha e a cenoura em fatias de aproximadamente 2 cm, regulando com as batatas. Corte também o pimentão de forma compatível. Monte os espetinhos, alternando os vegetais como desejar, coloque tudo em um refratário grande, derrame 2/3 da marinada, cubra com filme plástico e deixe em temperatura ambiente de 30 minutos a uma hora, virando-os algumas vezes, de modo que todos os vegetais entrem em contato com a marinada.
O churrasco:
Coloque o grill para aquecer na temperatura médio-forte. Grelhe até que tudo esteja com aquela carinha de churrasco e sirva com o restante da marinada, ou se preferir, regue-os enquanto grelham.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Pão de Banana

Exibindo pao_de_banana.jpg

Substituo a manteiga por manteiga Gee
a farinha de trigo por farinha de arroz

desconheço a fonte da imagem

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Pudim de Banana Cru e Vivo


Lugar de Médico é na Cozinha - Pudim de Banana



Banana
Limão
Canela, meia colher de sobremesa
Linhaça hidratada, 2 colheres
Missô, 1 pitada
Baunilha

Liquidificador


Calda de ameixa ou passas - bater a ameixa com água de côco no liquidificador.

Coletivo Horta Facplan Ambiental


































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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Bolo de Melancia


Bolo de Melancia


Cortei a melancia no tamanho e no formato que eu queria dar ao bolo,
Flávio cortou né ... porque tem que ter muuuuuuita força !!!!

tirei um pouco das sementes,
dei uma secadinha com papel toalha,
daí comecei a "confeitar" o bolo,





cobri com iogurte grego, tem que ser um iogurte bem cremoso,
depois granola,
e a cobertura com frutas.

A combinação desses ingredientes resulta um gosto muito bom e refrescante.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Cecília Meireles






Este teu corpo é um fardo,
é uma grande montanha abafando-te,
não te deixando sentir o vento livre
do infinito.

Quebra o teu corpo em cavernas
para dentro de ti
rugir a força livre do ar.

Destrói mais essa mansão de pedra,
faze-te recepo,
âmbito,
espaço.

Amplia-te.
Sê o grande sopro que circula.

Cecília Meireles


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Patê de Beringela

Receita de Pasta de Berinjela

Patê de Beringela


Ingredientes

  • 2 quilograma: Berinjela;
  • 2 unidades: Pimentão vermelho;
  • 2 unidades: Pimentão verde;
  • 2 unidades: Cebola picada;
  • 6 unidades: Alho dente;
  • 1 xícara: Vinagre de vinho branco;
  • 100 mililitros: Azeite de oliva;
  • 1 colher de sobremesa: Sal;
  • 1 colher de sobremesa: Pimenta-do-reino moída;
  • 1/4 colher de chá: Molho de pimenta – Guloso e Saudável.


Modo de preparo

  1. Higienize as berinjelas, pimentões e cebola.
  2. Corte as berinjelas em cubos pequenos, reserve. Pique os pimentões (vermelhos e verdes) e as cebolas, reserve.
  3. Em uma panela coloque todos os ingredientes e misture delicadamente (o sal, a colher é rasa e o molho de pimenta é a seu gosto).
  4. Leve a fogo médio por 25 minutos ou até as berinjelas começarem a murchar.
  5. Baixe o fogo para mínimo por mais 25 minutos ou até as berinjelas formarem uma pasta (Pasta de Berinjela ).
Conservação: a pasta de berinjela deve ser conservada na geladeira.
  1. Sirva a pasta de berinjela com pão, torradas ou a acompanhar uma massa.

Fonte: http://www.gulosoesaudavel.com.br/2012/01/30/pasta-de-berinjela/

segunda-feira, 6 de julho de 2015

power


"And you can break yourself free from your hereditary patterns, cultural codes, social beliefs; and prove once and for all that the power within you is greater than the power that's in the world." ~Michael Beckwith ....

And you can break yourself free from your hereditary patterns, 
cultural codes, 
social beliefs; 
and prove once and for all 
that the power within you 
is greater than the power that's in the world.

Michael Beckwith 

sábado, 4 de julho de 2015

Falafel Assado


FaIafel Assado
ngredientes

  • 2 xícaras de grão-de-bico (deixado de molho de um dia para o outro)
  • 1 cebola pequena
  • farinha de trigo branca (até dar liga. usei aprox. 3 colheres de sopa)
  • 4 dentes de alho (ou a gosto)
  • sal (a gosto)
  • azeite para untar a forma
  • sumo de 1/4 de limão (opcional)
  • cebolinha, coentro, e temperos de sua preferência (a gosto)
  • pimenta a gosto (usei pimenta do reino)
  • ½ col. (chá) de fermento químico

Instruções de preparo

Preaqueça o forno.
1. Corte a cebola. Não precisa se preocupar muito porque vai para o processador de alimentos.
2. Coloque o grão de bico (sem água!) no processador, a cebola, sal e os temperos. Deixe de fora só a farinha e o fermento. Aproveite esse momento para inventar temperos diferentes : )
3.  Bata tudo no processador. Não precisa virar uma pasta muito uniforme, pode deixar uns pedacinhos.
4. Passe esta massa para uma tigela e vá adicionando farinha, mexa bem e jogue o fermento no final. Mexa só mais um pouquinho para misturar, faça bolinhas (eu as fiz achatadas e medi uma colher de sopa beem cheia para cada bolinha). Unte a assadeira com azeite e arrume as bolinhas. 
5. Coloque no forno (fogo médio). Observe após uns 15 minutos. Vire quando o lado de baixo começar a dourar. Esperei uns 20 minutos de cada lado, ou seja, ao todo foram 40, 45, por aí. Fim!
Rendimento: 12 bolinhos bem servidos.
Eu gosto dos bolinhos mais macios por dentro do que por fora. Por isso tiro do forno nesse tempo. Observe-os ao longo do tempo para ficar do seu jeito. 

http://www.menuvegano.com.br/article/show/1840/falafel-assado-hamburguinho-bolinho-nugget-de-grao-de-bico

A Servidão Moderna






O otimismo está baseado na certeza  de que esta civilização vai desmoronar,
o pessimismo, em tudo aquilo que ela faz para arrastar-nos em sua queda.

Que época terrível é essa
em que idiotas
dirigem os cegos?

Willian Shakespeare

A servidão moderna é uma escravidão voluntária 
aceita por essa multidão de escravos que se arrastam pela face da terra.

Ao contrário dos escravos da antiguidade,
dos servos da idade média,
e dos operários das primeiras revoluções industriais, 
os escravos da modernidade
devem pagar por suas jaulas.








A Servidão Moderna é um documentário francês lançado no ano de 2009 sob a direção de Jean François Brient e Victor Leon Fuentes, com o título original de “La Servitude Moderne”. 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

a lion


"The greatest fear in the world is of the opinions of others, and the moment you are unafraid of the crowd, you are no longer a sheep you become a lion. A great roar arises in your heart, the roar of freedom." ~Osho ..*"



The greatest fear in the world is of the opinions of others, 
and the moment you are unafraid of the crowd, 
you are no longer a sheep you become a lion. 
A great roar arises in your heart, the roar of freedom." 

Osho ..

terça-feira, 30 de junho de 2015

Marrom-glacê de batata-doce


FOTO:  Marcelo Barabani/Estadão

17 abril 2013 | 23:03por redacaopaladar
O nome marrom-glacê indica no mundo inteiro um doce trabalhoso, caro e refinado, no qual se cozinha a castanha europeia pelada em calda de açúcar aromatizada com baunilha. É consumido como guloseima ou destinado à confeitaria. Menos no Brasil. Aqui, a maioria o conhece como uma sobremesa industrial, à base de batata-doce.
O marrom-glacê nacional é um produto que, com a batata-doce, incorpora xarope de glicose aromatizado com baunilha, gelificante (para dar consistência gelatinosa), espessante (que aumenta a viscosidade) e conservante. Todos esses ingredientes costumam ser naturais. O gelificante é o ágar-ágar, vindo de algas marinhas; a substância espessante, a goma garofin, é extraída das sementes de uma planta mediterrânea; e, como conservante, vai o ácido cítrico encontrado nas frutas cítricas.
A sobremesa foi lançada na década de 1950 pela antiga Cica – Companhia Industrial de Conservas Alimentícias, com sede em Jundiaí, São Paulo. Entretanto, não é tão brasileira quanto parece. A empresa reproduziu aqui uma receita típica argentina: o dulce de batata a la vainilla (baunilha), saboreada na terra natal com queijo, biscoito ou pão, acompanhando o chá.
Se não recebesse um nome fantasia no Brasil, o marrom-glacê seria reconhecido como uma das várias influências que já tivemos dos vizinhos do Prata, muitas das quais preservam a designação original: os bifes de chorizo e ancho, o assado de tira, o matambre relleno (recheado), a parrilla (grelha) de canaletas, o alfajor Havanna, etc.
Quem teve a feliz ideia de produzir a sobremesa no Brasil foi um dos fundadores da Cica, o siciliano Antonino Messina, assessorado pelo filho Salvador Messina, vice-presidente da empresa até ela ser vendida ao Grupo Ferruzzi, em 1987. Os dois, que já haviam lançado os célebres Figos Ramy, encantaram-se com o doce argentino. Fizeram adaptações.
Descartaram a batata-doce de polpa branca, por falta de sabor. Usaram duas variedades desenvolvidas pelo Instituto Agronômico de Campinas – IAC, uma delas de massa salmão. Eram plantadas por agricultores de Bragança, Itatiba e Jundiaí, no interior paulista.
O processamento começava com as batatas-doces sendo descascadas em uma peladora à pressão que, pelo desenho revolucionário, os funcionários da Cica apelidaram de sputnik, em alusão ao primeiro satélite artificial da Terra, lançado pelos soviéticos. Outra adaptação foi levá-las a um cortador continuo helicoidal, com injeção direta de vapor, e cozinhá-las em “bules” a baixa temperatura (60ºC). Os argentinos faziam isso em tachos a vapor. Tais cuidados aceleravam o processo e proporcionavam um produto com textura e cor apetitosas, além do aroma que evocava o verdadeiro marrom-glacê.
A Unilever, que em 1993 comprou a marca Cica, acabou licenciando o doce para a Fugini, empresa alimentícia localizada em Monte Alto, a 350 quilômetros da capital paulista. Portanto, o marrom-glacê nacional continuou no mercado, até porque outras indústrias começaram a produzi-lo com qualidade similar. Isso não impede, porém, que Salvador Messina, o último vice-presidente da extinta Cica, suspire de saudade: “O nosso doce tinha um gostinho especial”.
RECEITA – Marrom glacê caseiro
Ingredientes
800g de batata-doce (prefira a de polpa salmão) sem casca
500g de açúcar cristal para a calda
360ml  de água para a calda
1 cálice de licor marrasquino
2 pauzinhos de canela
1 colher (chá) de essência de baunilha
Preparo
1. Em uma panela de pressão, junte a batata-doce, cubra com água.
2. Leve a panela ao fogo, espere pegar pressão e cozinhe por 1/2 hora.
3. Retire as batatas, deixe-as amornar e  passe-as por uma peneira, esmagando bem, até obter um purê.
4. Para a calda, misture em uma panela o açúcar cristal e a água. Deixe ferver e junte o purê de batata. Incorpore o licor e cozinhe em fogo baixo, mexendo, até atingir o ponto certo, que é quando o doce começa a desgrudar da panela.
5. Retire do fogo, incorpore imediatamente a canela, a essência de baunilha e misture bem.
6. Sirva frio.
Rendimento: 1 kg, aproximadamente